
Vou mandar a real pra você, esse texto não vai mostrar uma fórmula mágica de como ganhar dinheiro sendo um Fotógrafo Low Profile.
→ E também não vai ajudar você a lotar a sua agenda do dia pra noite (até você ter um burnout).
→ Esse texto não é sobre ser um fotógrafo influenciador, que vive surfando as trends do algoritmo na esperança de viralizar.
Ele é sobre um novo movimento que está emergindo do underground para a nova internet.
E é por isso que eu acredito que chegou o momento que os Fotógrafos Low Profiles vão vencer nessa nova era.
Vem comigo pegar essa ideia BRABA dessa Newsletter.
A busca pela essência e contra a cultura dos High Profiles
Talvez você também já tenha passado pelo “dilema do influenciador”.
Eu já tentei seguir um modelo de produção de conteúdo nesses moldes:
→ Aulas puramente técnicas sobre edição de fotografia no YouTube
→ Vídeos curtos, posts e stories no Instagram
→ Vídeos curtos no TikTok
Por mais que o conteúdo fosse sobre parte da minha rotina de fotógrafo (edição de fotografias e conteúdo de making of dos meus trabalhos) eu ainda sentia um grande desconforto.
Parecia loucura, mas chegava o final do dia e o dilema surgia e gerava dúvidas, isso está certo? isso é pra mim?
Me diz aí, você também já se sentiu assim?
A capitalização da atenção
A real, é que esse desconforto era sintoma das regras de um jogo que não foram feitas para mim.
E sinceramente, acredito que também não foram feitas pra você.
Isso porque no jogo da cultura High Profile, a performance e a ostentação são usados como capital social, para prender a atenção nas redes sociais e capitalizar em cima disso.
É nessa cultura que vivem celebridades, famosos, influenciadores e os gurus.
Nessa onda surgiu a versão folclórica “GURU DA FOTOGRAFIA”, com promessas de “alto faturamento e vida perfeita".
→ Agenda sempre lotada
→ Faturamentos surreais do dia pra noite
→ Autoproclamados autoridade do nicho
→ Foto no palco segurando microfone
→ Viagens internacionais
→ Carrões
Cara na moral, não suporto esses gurus da fotografia até hoje.
(você também?)
O encontro com a própria essência
Mandando a real, eu queria mesmo era encontrar respostas mais profundas.
Lendo alguns livros encontrei as conexões que precisava.
→ Essencialismo: Focar no que realmente importa, eliminando o supérfluo, incluindo a necessidade de validação externa.
→ Ikigai: Encontrar razão de viver fora da validação digital.
→ Wabi-Sabi: Abraçar a imperfeição e autenticidade sem necessidade de exibição.
E pesquisando movimentos como o Carreira Minimalista e Slow Living de décadas atrás, que provaram que existia um outro caminho, um caminho mais tranquilo e contemplativo.
Finalmente encontrei conceitos que fizeram sentido e espero que pra você também faça.
E pra finalizar a minha pesquisa sobre o Zeitgeist "a vibe da sociedade atual” mostra que estamos passando por uma profunda mudança e o conceito Low Profile está emergindo do underground da internet.
E por isso estou trazendo à tona o conceito “Low Profile” para os donos de negócio de fotografia.
Vem comigo pegar essa ideia.
A economia da confiança
Aqui as regras são outras, aliás, a filosofia é outra.
Ser um Fotógrafo Low Profile não se trata de não postar nada ou não ter portfólio, isso é ser No Profile, e provavelmente nesse modelo as suas chances de vencer são menores.
A lógica do Fotógrafo Low Profile é outra, não é performance, não é uma carreira artificial para soar “bem sucedida” a todo instante na internet.
Mas sim quando você achar necessário, compartilhar a vida como ela é, com os processos reais do dia a dia, desafios, perrengues, erros, acertos, pequenas vitórias e grandes vitórias.
Sabe de uma coisa, é por isso que acredito que aqui reside a oportunidade para os Fotógrafos Low Profiles prosperarem.
Porque estamos falando de autenticidade e das experiências pessoais únicas.
Que ressoam em seu trabalho, no seu conteúdo e nas suas fotografias, independente do nicho que você atua.
O poder dos nichos na fotografia
Hoje você tem basicamente duas escolhas:
→ Fotografar todo tipo de cliente que aparece, tentar agradar todo mundo.
→ Escolher dois ou três nichos lucrativos, se especializar e resolver o problema específico de desse grupo de pessoas.
Eu já fotografei “para todos", fotografei shows, baladas, programa de tv, produtos… e aprendi como o jogo funciona.
Quando você fotografa de tudo a sua marca pessoal dilui.
E é isso que a galera High Profile faz.
Mas aos olhos do cliente exigente você é apenas mais um.
Mas agora… se você quiser construir um negócio sólido de fotografia, o jogo é outro.
Porque quando você escolhe nichar de forma estratégica, com suas fotografias autênticas, essa passa a ser uma escolha Low Profile, focando em qualidade.
→ Menos porém melhor.
→ Você não precisa fotografar todo tipo de cliente.
→ Foque em poucos nichos
E cara, aqui mora uma grande vantagem, se liga só.
Foque em poucos nichos:
→ Escolha no máximo três nichos.
→ Identifique o problema real desse nicho.
→ Construa um portfólio estratégico mostrando a sua solução.
→ Mostre que você é a melhor solução pro problema do seu cliente.
Se liga no meu caso:
→ Desde 2014 a minha proposta não foi atender todo tipo de cliente na fotografia.
→ Foquei no nicho da publicidade e retratos de marca pessoal.
→ Isso me deu vantagem para atuar em um mercado menos concorrido.
Eu queria trabalhar com clientes que:
→ Buscam uma solução completa, não só uma foto bonita
→ Valorizam, conceito e processo bem executado, não apenas preço
→ Se conectam com o meu portfólio estratégico
E vem funcionando há mais de 12 anos
Eu não trocaria os meus nichos atuais por volume de trabalho
E na boa, pra mim essa combinação de:
Nicho + Portfólio Estratégico + Networking + Experiência do Cliente me dá:
→ Um negócio que se sustenta no longo prazo
→ Um negócio que não depende de indicação aleatória
Independente de qual nicho você atuar, porque existem vários, publicidade, moda, retratos corporativos, gestante, produto, comida, esporte, cobertura de eventos…
Lembre-se, que ao posicionar sua marca pessoal "Low Profile” em um mercado nichado de forma correta.
Você vai atrair naturalmente o cliente certo que se identifica com o seu trabalho autêntico.
E sabe o que é melhor:
Você não precisa aparecer a todo instante
→ Faturamento justo sem precisar ter burnout.
→ Agenda com clientes certos, mais qualidade menos quantidade.
→ Prefere 2 mil pessoas que admiram e compram o seu trabalho ao invés de 20 mil curiosos.
→ Clareza na organização com sistemas, frameworks e métodos.
→ Conteúdo enxuto, voltado apenas para a sua comunidade de clientes.
→ Autoconhecimento em saber o que realmente importa pra você.
→ Nem tudo precisa ser publicado, a sua privacidade vira seu refúgio.
→ Tempo livre é visto como qualidade.
→ Mais tempo para ser criativo e pensar com clareza em seu negócio.
Fotógrafo “Low Profile”
A identificação com o estilo “Low Profile” foi natural, porque sempre fui um fotógrafo discreto, por isso em 2014 decidi fazer meu próprio design de carreira, sem ostentação e sem barulho.
E foi a melhor decisão que tomei, que proporcionou realizar mais de 150 trabalhos nos últimos anos no nicho da publicidade, para marcas como:
→ WAP, Britânia, Philco, Budweiser, PUC, Grupo Marista, RPC (filial da Rede Globo), Parque das Aves, Ebanx, Neodent entre outros.
→ Além de campanhas para shoppings, universidades, escolas, hospitais e dezenas de ensaios criativos de marca pessoal.
Não existe fórmula mágica, existe processo e um design de carreira bem feito.
E cara, com essa experiência fotografando durante anos no modo "Low Profile”, (mesmo sem saber da existência do termo) entendi que o caminho que deu certo para mim foi ter feito o design de carreira pensando de forma estratégica para ter:
→ Uma marca pessoal forte
→ Um negócio lucrativo
→ Uma carreira leve
São esses pilares em que acredito e que sustentam o meu negócio de fotografia a tantos anos sendo um fotógrafo "Low Profile”.
O que eu projeto para o futuro nos próximos anos
→ Estar tranquilo com meus negócios, continuar produzindo e compartilhando conteúdo sob a minha perspectiva e vivências.
→ Construir uma comunidade unida com fotógrafos low profiles donos de negócio, para que possam juntos vencer com uma carreira leve e lucrativa, através do design de carreira.
E pra finalizar, se liga nessa sacada
→ Você não precisa virar um fotógrafo influenciador e viver correndo atrás de trends.
→ Você não precisa lotar a agenda até ter um burnout.
→ O Design de Carreira alinha a sua essência Low Profile, com suas fotos autênticas e com o seu negócio de fotografia.
Mas agora…
Se você ficou com alguma dúvida, me manda uma DM no meu Instagram pra gente trocar uma ideia, que eu mesmo vou te responder.
Pra fechar, deixa eu te fazer um pedido sincero…
Comenta aqui em baixo sobre se essa ideia fez sentido pra você.
E se gostou pra valer, compartilha esse texto com um amigo.
Cada feedback me ajuda a melhorar a Newsletter e trazer conteúdo com mais valor pro seu negócio de fotografia.
Vamos juntos vencer sendo “Fotógrafos Low Profile".
Abraço!
Bruno Vaz.